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	<title>Blog &#124; Morumbi Net &#187; Denúncia</title>
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	<description>Notícias, eventos, informações e dicas no bairro do Morumbi</description>
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		<title>Calçada na região do Morumbi vira depósito de entulho</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 17:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Morumbi Net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[lixo]]></category>
		<category><![CDATA[morumbi]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma esquina da Favela de Paraisópolis, na região do Morumbi, Zona Sul da capital paulista, virou depósito de restos de construção e de lixo. Há tanto entulho no local que a calçada desaparece. Os flagrantes foram gravados neste fim de semana, depois de uma denúncia recebida pela reportagem do SPTV. Grande parte do entulho vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma esquina da Favela de Paraisópolis, na região do <a title="Morumbi" href="http://www.morumbinet.com.br">Morumbi</a>, Zona Sul da capital paulista, virou depósito de restos de construção e de lixo. Há tanto entulho no local que a calçada desaparece. Os flagrantes foram gravados neste fim de semana, depois de uma denúncia recebida pela reportagem do SPTV. Grande parte do entulho vem de uma obra perto da esquina.</p>
<p>Quando a calçada vira depósito de lixo, o único jeito é andar no meio da rua. Os jovens passam e desviam da montanha de entulho. Pouco tempo depois, um rapaz descarrega uma lata de tinta cheia de sobras de construção, e vai embora tranquilamente. Em seguida, aparece outro operário, traz ainda mais entulho e esvazia o carrinho. A esquina do entulho chama a atenção das crianças. Mas elas nada podem diante de tanta indiferença dos adultos.</p>
<p>De volta ao local nesta segunda-feira (15), era possível ver uma grande mancha de areia que cobria a Rua José Carlos de Toledo Piza. São as marcas do enorme monte de entulho que, diz a Associação de Moradores de Paraisópolis, foi retirado pela Prefeitura no fim de semana. A rua agora está mais limpa, os carros podem estacionar e as pessoas, andar livremente. Mas o problema no bairro de Paraisópolis está longe de ser resolvido. Basta alguns passos e mais entulho é visto no meio da rua. E, do outro lado, a calçada virou depósito de material de construção.</p>
<p>Em frente às pilhas de tijolos que impedem a passagem dos pedestres fica uma loja de materiais de construção. As imagens feitas pelos produtores do SPTV mostram que é de uma loja que saía o entulho jogado na rua. Um encarregado da loja disse que ninguém dali jogou o material na rua. Um pedreiro que trabalha na obra dentro da loja também negou que os funcionários joguem entulho na rua.</p>
<p>Durante a manhã, o motorista do caminhão da Prefeitura que recolhe o entulho passou pelo bairro. Para ele, só o aumento da fiscalização pode intimidar quem joga entulho na rua. A Subprefeitura do Campo Limpo disse que desconhecia a denúncia e que agora vai tomar as providências necessárias para impedir novos despejos de entulho no local. A capital paulista gasta mais de R$ 20 milhões por mês só para retirar pilhas de entulho.</p>
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		<title>Flanelinhas pedem até R$ 100 por vaga nos arredores do Morumbi</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 10:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Morumbi Net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[show de madonna]]></category>

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		<description><![CDATA[Os flanelinhas da região do Estádio do Morumbi estão cobrando dos fãs que vêm ao show da cantora Madonna até R$ 100 pelo estacionamento nas ruas do entorno. Guardadores de carro  disseram que chegam a pedir R$ 100, mas negociam o preço caso o motorista se recuse a pagar a quantia. Um estacionamento localizado na esquina das avenidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os flanelinhas da região do <a title="Estádio do Morumbi" href="http://www.morumbinet.com.br/morumbi/estadio-do-morumbi.php">Estádio do Morumbi</a> estão cobrando dos fãs que vêm ao show da cantora Madonna até R$ 100 pelo estacionamento nas ruas do entorno. Guardadores de carro  disseram que chegam a pedir R$ 100, mas negociam o preço caso o motorista se recuse a pagar a quantia.</p>
<p>Um estacionamento localizado na esquina das avenidas Giovanni Gronchi com João da Cruz, próximo da entrada da área VIP, também cobrava R$ 100 pela vaga.</p>
<p>Em dias de jogos de futebol importantes, como os da Copa Libertadores da América, por exemplo, os flanelinhas costumam cobrar até R$ 50 dos motoristas.</p>
<p>A fã Luana Batista, que estacionou a duas quadras do <a title="Morumbi" href="http://www.morumbinet.com.br">Morumbi</a>, diz ter pago R$ 30: &#8220;O preço não é justo, mas queriam cobrar R$ 60 em uma vaga mais longe. É caro, mas já estou acostumada a pagar esses valores em shows&#8221;.</p>
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		<title>MP investiga São Paulo por crime contra o meio ambiente na Zona Oeste</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 15:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Morumbi Net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[crime ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[morumbi]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[spfc]]></category>

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		<description><![CDATA[Esgoto do São Paulo FC pára no Córrego Antonino O Ministério Público Estadual abriu inquérito para apurar denúncia de moradores do bairro Jardim Leonor, zona sul da capital paulista, de que o vizinho São Paulo vem cometendo crimes contra o meio ambiente. O promotor José Eduardo Ismael Lutti, da 4.ª Promotoria de Justiça do Meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry">
<p class="destaqueMateria"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/saopauloesgoto.jpg" alt="Esgoto do São Paulo FC pára no Córrego Antonino" height="280" width="292" /></p>
<p class="footerDestaque"><strong>Esgoto do São Paulo FC pára no Córrego Antonino</strong></p>
<p>O Ministério Público Estadual abriu inquérito para apurar denúncia de moradores do bairro Jardim Leonor, zona sul da capital paulista, de que o vizinho São Paulo vem cometendo crimes contra o meio ambiente. O promotor José Eduardo Ismael Lutti, da 4.ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, investiga se o clube comete delitos de poluição sonora e contra os recursos hídricos. A diretoria são-paulina disse que está resolvendo os problemas.O inquérito está registrado sob o número 279/07, de 3/3/2008, e traz informação surpreendente: o São Paulo não está conectado à rede coletora de esgotos e só está parcialmente à de abastecimento de água da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Diariamente, o clube compra milhares de litros de água entregues em caminhões-pipa. Mas o grande problema é falta de esgoto.</p>
<p>Durante os trâmites da investigação, e de um eventual processo, o clube pode ter a parte social e até mesmo o estádio interditados. Vale lembrar que o <a href="http://www.morumbinet.com.br" title="Morumbi">Morumbi</a> é hoje o principal candidato paulista a sede de jogos da Copa do Mundo de 2014.</p>
<p><strong>MULTA DE ATÉ R$ 50 MILHÕES</strong></p>
<p>A promotoria investiga se o São Paulo joga os dejetos em um córrego que passa por baixo do Morumbi, conhecido como Antonino (e que desemboca no Rio Pinheiros). Este tem um percurso de aproximadamente 500 metros que não está canalizado, logo atrás da área social do clube. É o local no qual a prefeitura estuda a construção de uma rua que ligará as avenidas Otávio Mangabeira e Jules Rimet. O São Paulo pode ser denunciado à Justiça e, se condenado, pagar multa que varia de R$ 200 a R$ 50 milhões.</p>
<p>A reportagem do <strong>Jornal da Tarde</strong> teve acesso ao inquérito. A denúncia é assinada pelo empresário Sérgio Orlando Santoro, que mora ao lado do São Paulo. Ele organizou um grupo denominado “Morumbi Cidadania”. O pedido inicial visava apenas investigar a barulheira, que, segundo Sérgio Santoro, impede boa parte dos moradores de dormir.</p>
<p>A questão do esgoto veio à tona quando ele questionou a Sabesp sobre se era lícito o São Paulo utilizar caminhões-pipa para abastecer o clube. A resposta veio em documento datado de 26 de novembro de 2007: a empresa informava que o clube não está conectado à sua rede, o que implica em crime ambiental, como confirmou o promotor Ismael Lutti.</p>
<p>A sede do São Paulo começou a sair do papel em 1954. O estádio foi inaugurado oito anos depois. Nesse período, todo o bairro não tinha rede de esgoto. No final dos anos 70, a região começou a ser atendida.</p>
<p>O promotor pediu para a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) uma perícia &#8211; ainda não concluída &#8211; sobre onde são jogados os dejetos. A Sabesp enviou documentos a Lutti, datados do final de 2007, em que negocia a inclusão do São Paulo na rede coletora. Em uma das respostas, de agosto, o clube alega não ter as plantas das canalizações onde seriam instalados os tubos.</p>
<p>Questionada pela reportagem, a Sabesp informou que não é sua responsabilidade exigir a adesão de clientes. A subprefeitura do <a href="http://www.butantaonline.com.br" title="Butantã">Butantã</a>, por sua vez, desconhece o caso.</p>
<p><strong>SOM</strong></p>
<p>A questão de poluição sonora se refere à parte social do clube. Os moradores reclamam que eventos nos campos amadores fazem com que sócios fiquem na sede até a madrugada, o que gera barulho excessivo. Este caso, disse o promotor, é complicado de ser fiscalizado pela dificuldade na medição da emissão do som.</p>
<p><strong>OUTRO LADO</strong></p>
<p>O São Paulo não fixa data, mas diz que já está em negociação com a Sabesp para ficar 100% conectado à rede de esgoto em médio prazo. Segundo Walter Follador, engenheiro responsável pelo setor, uma empresa de tubulações foi contratada para fazer o serviço.</p>
<p>“A sede do clube, como o estádio, é uma construção antiga. Quando a Sabesp chegou ao bairro, notificou os moradores para se adequarem. O São Paulo só foi notificado há cerca de um ano, quando começou a se preparar para conectar à rede da empresa”, disse Walter Follador, indicado pelo presidente do clube, Juvenal Juvêncio, para falar sobre o assunto.</p>
<p>Ele admitiu que parte do esgoto vai para o córrego e não é tratada. “Parte de nosso esgoto é levado a algumas fossas e tratada. Mas outra parte não é, e realmente é lançada no córrego, como todo o bairro fazia até pouco tempo atrás”, afirmou Walter Follador.</p>
<p>A parceria entre São Paulo e Sabesp faz parte do projeto “Córrego Limpo”, feito em conjunto entre a prefeitura da capital e o governo do Estado de São Paulo.</p>
<p>Sobre a compra de água por fontes alternativas, Walter Follador disse que a maior parte do líquido utilizado na sede é adquirido desta maneira, mas que a Sabesp já fornece entre 3 e 4 mil litros de água por dia para irrigação de campos e piscinas.</p>
<p>A questão da poluição sonora também está na pauta e clube promete ter solução antes de 27 de março, quando Juvenal Juvêncio tem depoimento marcado sobre o caso. O promotor José Eduardo Ismael Lutti acredita que possa ser feito acordo nessa data.</p>
<p><em>Fonte: <span> Marcel Rizzo - Jornal da Tarde / Marcio Fernandes/AE</span></em></p>
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